Rejeição de Léo
O nem sempre fiel escudeiro de Eduardo da Fonte, presidente da UVP, Léo do Ar, não saiu de trás do rabo do cavalo de João Campos.
Durante a 55ª Missa do Vaqueiro em Serrita (20/07), João Campos carregou a bandeira do Brasil e, nos bastidores, Léo do Ar, presidente da UVP, apareceu colado e não foi pra segurar arreio de cavalo.
21/07/2025 10h12 Atualizada há 11 meses
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Foto/ZEDOPOVO.com.br

Neste domingo (20/07), no emblemático Parque do Vaqueiro em Serrita-PE, enquanto o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, empunhava a bandeira do Brasil em tom simbólico de empoderamento e foi bastante ovacionado pelos vaqueiros e fiéis, quem roubou a cena foi uma figura à la “penduradinho político”: Léo do Ar, presidente da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP) e nem sempre fiel escudeiro de Eduardo da Fonte. Ele estampou-se ao fundo da foto, literalmente “colado no rabo do cavalo” do gestor.

 

A aparição indiscreta de Léo do Ar durante o evento tem alimentado memes e especulações. Coincidência? Pense novamente. O vereador apareceu ao fundo das fotos, à direita de João Campos, num enquadramento digno de trilha sonora de vaquejada: quem olhasse diria que ele andava em comboio oficial.

Nas redes e rodas políticas, já se cochicha que “o plano do pula-pula pode estar mais próximo do que nunca”. Léo do Ar, que em Gravatá tem um histórico de traições, sendo o prefeito Padre Joselito a vítima da vez, teria, supostamente, dado um “passo de cavalo” rumo a João Campos. Nos bastidores, comenta-se que a governadora Raquel Lyra não quer conversa, pois conhece bem a índole de Léo. Por determinação do seu chefe, ele tenta chamar a atenção do Palácio, e uma fotografia pode simbolizar justamente o “pulo para o outro lado da cerca”, reforçando ainda mais o coro da traição às vésperas do ano eleitoral.

A foto de domingo foi pura comédia política: João Campos, bandeira nacional em punho, em Serrita; e lá atrás, Léo do Ar, despretensioso coadjuvante do “curral midiático”, mas com todos os cliques nas mãos e nas manchetes. Se isso configura plano de traição ou apenas sorte de enquadramento, só o tempo dirá. Por ora, o que temos é um “pulo” que virou piada pronta nas redes e amplificou o humor político e, na terra do vaqueiro, treme o rabo do cavalo e os bastidores da política sertaneja.