Um ato de violência chocante e covarde marcou a manhã da quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, na Rua Primeiro de Janeiro, no bairro do Cruzeiro em Gravatá. Um idoso de 80 anos e sua esposa foram violentamente agredidos com um barrote de madeira contendo pregos, em plena via pública.
De acordo com informações confirmadas no Boletim de Ocorrência da Polícia Civil, o crime ocorreu por volta das 9h. As agressões foram classificadas como lesão corporal dolosa consumada, o que indica intenção clara de matar.
O idoso, Antônio Henrique, aposentado, sofreu ferimentos graves e precisou ser socorrido com urgência. Ele se encontra internado no hospital da Restauração na capital, em estado delicado, e a equipe médica avalia a necessidade de intervenção cirúrgica. A outra vítima, Maria José, também foi atingida durante o ataque e recebeu atendimento médico.
O uso de um barrote de madeira com pregos evidencia o nível de violência empregado na ação, aumentando ainda mais a gravidade do crime e a revolta da população.
O principal suspeito, identificado como Edinilson ( NEM), fugiu do local após as agressões e segue foragido. A Polícia Civil realiza diligências para localizá-lo e pede a colaboração da sociedade.
Qualquer informação que ajude na localização e captura do suspeito deve ser repassada imediatamente à polícia.
As denúncias podem ser feitas de forma anônima, com sigilo absoluto.
Em conversa com a reportagem, o filho de Maria José, falou com a voz embargada pela revolta e pela dor. Segundo ele, o crime não tem qualquer justificativa.
“É por safadeza e covardia mesmo. Esse vagabundo fez isso. É pura covardia”, desabafou, resumindo o sentimento de indignação da família diante da brutalidade cometida contra um idoso e uma mulher indefesa.
O relato reforça a gravidade do ataque e a revolta de quem acompanha de perto o sofrimento das vítimas, enquanto o suspeito segue foragido. A família cobra justiça, prisão imediata do agressor e uma resposta firme das autoridades.
Dona Maria, uma das vítimas do ataque brutal, está no hospital, em Recife, de onde enviou à reportagem um áudio relatando os momentos de terror vividos e fazendo um forte clamor por justiça.
No depoimento, ela descreve que a agressão foi repentina, sem qualquer chance de defesa, e afirma que só está viva por um milagre. A vítima também demonstra medo constante, tanto pela própria vida quanto pela segurança de seus filhos, já que o suspeito continua foragido.
“Graças a Deus, eu estou aqui viva. E peço a você, Zé, que solicite às autoridades justiça, porque isso não pode ficar assim. Ele pode tentar matá-lo de novo. Eu tenho medo pela minha vida e pela vida dos meus filhos.”
No áudio enviado, Dona Maria pede providências urgentes das autoridades, destacando que o crime não pode ficar impune. O relato, forte e comovente, evidencia o trauma físico e emocional causado pela violência e reforça a cobrança por justiça e proteção às vítimas.
A população cobra justiça, resposta rápida das autoridades e a prisão do responsável.