O prefeito de Chã Grande, Sandro Advogado, falou publicamente na tarde desta sexta-feira sobre a confusão e agressão sofridas durante uma fiscalização às margens da rodovia PE-071, na entrada do município. Em pronunciamento, o gestor classificou o episódio como um atentado contra a administração municipal e contra as pessoas que querem o bem de Chã Grande.
Segundo o prefeito, o dia havia sido extremamente produtivo, com entrevista em rádio local, entrega de dois ônibus escolares, entrega de um veículo para a Coordenadoria da Mulher e visitas a diversas obras, como UBSs, creche, escola estadual e pavimentações.
No final do dia, ao visitar a área de entrada da cidade, onde a Prefeitura planeja uma obra de urbanização, com pista de caminhada, iluminação pública e paisagismo, o prefeito afirmou que se deparou com pessoas instalando uma cerca em área pública, localizada a menos de 30 metros da rodovia, o que, segundo ele, contraria um decreto estadual de 1975 e notificações já feitas pelo DER-PE.
Sandro Advogado relatou que tentou dialogar de forma pacífica, apresentando o projeto e explicando os benefícios da urbanização para a população e para a mobilidade urbana, mas acabou sendo recebido de forma truculenta, com agressões verbais e físicas.
“Não é um projeto para mim, é para o povo de Chã Grande. Aquela entrada não é de ninguém, é do povo”, afirmou o prefeito.
O gestor informou que duas pessoas foram identificadas e que o boletim de ocorrência está sendo registrado. Ele estava acompanhado do vereador Jandinho da Caesa, da procuradora do município e de assessores jurídicos no momento do ocorrido.
Mesmo após o episódio, Sandro Advogado reforçou que a gestão não vai recuar e que a obra de urbanização da entrada da cidade será realizada. “Quando o trabalho é sério e comprometido, incomoda. Mas a gente não arreda um pé. Vamos continuar trabalhando pelo povo de Chã Grande”, declarou.
Ao final, o prefeito tranquilizou a população e reafirmou seu compromisso com o município. “Estou cumprindo meu papel de gestor. Seguimos firmes e fortes, trabalhando até 31 de dezembro de 2028, goste quem gostar, doa a quem doer”, concluiu.
A reportagem segue acompanhando o caso.