Enquanto faltam emprego, comida e moradia para o povo, o Legislativo consumiu uma fortuna sob o comando de Léo do Ar e ainda descumpre a lei. Dinheiro público foi usado para manter estrutura legislativa.
Enquanto a população de Gravatá luta para conseguir emprego, enfrenta a falta de moradia digna e vive e vive muitas vezes sem ter o que comer, a Câmara Municipal gastou mais de R$ 46 milhões entre 2021 e 2024. O dinheiro saiu dos cofres públicos, por meio dos repasses mensais obrigatórios feitos pela Prefeitura.
O valor assusta e revolta. Por isso, diante das denúncias de irregularidades, suspeitas funcionários fantasmas e gastos acima do permitido com pessoal, decidimos fazer o que o Legislativo não faz: mostrar ao povo o que poderia ter sido feito com esse dinheiro.
Se os recursos tivessem sido aplicados em políticas públicas de verdade, o povo de Gravatá teria ganhado:
Mais de 61 mil cestas básicas entregues a famílias em situação de vulnerabilidade; E acabar com a fome de toda uma cidade que vive da insegurança alimentar.
Gerar mais de 32 mil empregos, Daria dignidade a mais de 32 mil homens e mulheres que vivem em busca de um trabalho para sustentar suas famílias, recebendo salário mínimo, cada trabalhador ou trabalhadora.
541 casas populares, dando moradia a quem vive em condições precárias e acabando de vez com o déficit habitacional.
153 ambulâncias equipadas com Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), para melhorar o atendimento nas emergências, especialmente diante das dificuldades atuais da saúde pública; um investimento que faria uma grande diferença de uma só vez.
Um hospital de médio porte, com diversas especialidades médicas e centro de imagem. Segundo estimativas, a construção e o equipamento de um hospital como esse custa entre R$ 15 e R$ 20 milhões. Com os R$ 46 milhões gastos pela Câmara, dava para construir, equipar e ainda bancar os primeiros anos de operação.
Com Clínica geral, Ginecologia e obstetrícia, Pediatria, Ortopedia, Cardiologia, Oftalmologia, Pequenas cirurgias, Centro de imagem e ambulatório.
Apesar de todo esse dinheiro estar à disposição de Léo do Ar nos últimos quatro anos, ele conseguiu infringir o que determina a Constituição Federal, sem o menor zelo pelo dinheiro do povo. Veja os números:
2021: 85,51% IRREGULAR
2022: 83,86% IRREGULAR
2023: 70,38% IRREGULAR
2024: 76,48% IRREGULAR
A Constituição Federal determina que nenhuma Câmara pode gastar mais de 70% da receita com folha de pagamento. Ou seja: Nos quatro anos, a lei foi desrespeitada, configurando crime de responsabilidade do então presidente da Casa, o vereador Leo do Ar.
Com tantos milhões consumidos, supostos escândalos expostos e prioridades ignoradas, fica o questionamento: quem a Câmara de Gravatá está servindo? Ou a quem serviu
Segundo o último censo divulgado, Gravatá tem aproximadamente 91.887 habitantes e enfrenta problemas sérios em saúde, emprego e moradia. Mesmo assim, Léo do Ar segue gastando como se não houvesse amanhã. E, para agravar ainda mais a situação, eles acharam pouco e aumentaram o número de vereadores de 15 para 17, para que a população tenha que arcar com uma despesa ainda maior.
O caso exige uma resposta firme das autoridades competentes, como o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE). A população também precisa abrir os olhos: acompanhar, fiscalizar e cobrar.
Afinal, o que está em jogo é mais do que dinheiro: É o direito do povo de Gravatá a uma cidade mais justa, digna e bem governada.
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