Enquanto o Brasil dormia, André Ferreira (PL), Eduardo da Fonte (PP) e Waldemar Oliveira (Avante) votaram a favor do desmonte do licenciamento ambiental. Por outro lado, Lucas Ramos (PSB), Maria Arraes (Solidariedade) e Túlio Gadêlha (Rede), também com atuação em Gravatá, disseram não ao retrocesso.
Na madrugada do dia 17 de julho de 2025, a Câmara dos Deputados aprovou, de forma acelerada e sem amplo debate, o Projeto de Lei 2.159/2021, conhecido por ambientalistas, juristas e entidades civis como o “PL da Devastação”.
A votação ocorreu às 1h53, com muitos parlamentares votando à distância e um plenário esvaziado. O projeto fragiliza profundamente as regras de licenciamento ambiental no Brasil, criando mecanismos como o autolicenciamento e o licenciamento especial, o que, na prática, abre caminho para empreendimentos com alto impacto ambiental sem avaliação técnica rigorosa.
Três deputados federais pernambucanos que obtiveram expressiva votação em Gravatá optaram por apoiar o texto-base da proposta, votando a favor do PL: André Ferreira (PL), Eduardo da Fonte (PP) e Waldemar Oliveira (Avante), com expressivas votações em Gravatá, figuram entre os pernambucanos que apoiaram o projeto criticado como o maior retrocesso em 40 anos no licenciamento ambiental.
O texto cria a figura do licenciamento ambiental especial (LAE), permitindo que empresas iniciem grandes empreendimentos, como mineração com autorregulação. Isso enfraquece a fiscalização pelo Ibama e órgãos estaduais. O Greenpeace classificou a aprovação como “o maior retrocesso ambiental nos últimos 40 anos”, com redução drástica de transparência, consulta pública e participação social.
Especialistas alertam que são advertências claras sobre a volta de desastres como os de Mariana e Brumadinho, já que o projeto facilita licenciamento sem estudos de impacto adequados.
A votação ocorreu justamente no Dia Nacional das Florestas, véspera da COP30, levantando críticas por mostrar desprezo oficial pelo tema ambiental. A repercussão negativa prejudica a imagem do Brasil em compromissos climáticos internacionais.
O voto “sim” dado por André Ferreira, Eduardo da Fonte e Waldemar Oliveira, que contam com apoio expressivo em Gravatá, representa um claro desserviço ao Brasil. Ao destroçar o licenciamento ambiental, eles deixam cidades e comunidades expostas, o meio ambiente vulnerável e fragilizam a credibilidade institucional do País.
A espernça agora está mais uma vez no Presidente Lula que agora tem o poder de sancionar ou vetar como também a mobilização civil para evitar mais um retrocesso ambiental no Brasil.
Augusto Coutinho (Republicanos)
Clarissa Tércio (PP)
Coronel Meira (PL)
Fernando Rodolfo (PL)
Guilherme Uchoa Júnior (PSB)
Mendonça Filho (União Brasil)
Ossesio Silva (Republicanos)
Pastor Eurico (PL)
A sessão, realizada às 1h53 da madrugada do dia 17 de julho, aprovou o projeto que enfraquece drasticamente o licenciamento ambiental. E, no momento em que o país precisava de responsabilidade e coragem, esses parlamentares optaram pela omissão.
Pedro Campos (PSB)
Felipe Carreras (PSB)
Iza Arruda (MDB)
Lula da Fonte (PP)
Luciano Bivar (União Brasil)
Fernando Bezerra Coelho Filho (União Brasil)
Fernando Monteiro (Republicanos)
A ausência desses nomes evidencia falta de zelo com a pauta ambiental, além de desprezo pelo compromisso que assumiram com seus eleitores. Em um tema tão grave, não se posicionar é, na prática, contribuir com a destruição ambiental. É como lavar as mãos diante do desmonte de um dos pilares da proteção ambiental no Brasil.
Com a proximidade da COP30, e num momento em que o mundo volta os olhos para o Brasil como potência ambiental, a omissão desses deputados envergonha Pernambuco e expõe quem está ou não comprometido com a sustentabilidade, a democracia e o interesse público.
Votos pela vida: três deputados com base em Gravatá se posicionam em defesa do meio ambiente e do futuro do Brasil.
Em meio a uma votação marcada pelo retrocesso, pelo plenário esvaziado e pela pressa de aprovar um projeto que desmonta décadas de proteção ambiental, três parlamentares com forte atuação e votação em Gravatá se destacaram pela postura firme e responsável. Eles votaram contra o PL 2.159/2021, o chamado “PL da Devastação”, e mostraram que ainda existe esperança e compromisso com o futuro do país.
Uma escolha que vai além da política! Deputados que disseram NÃO ao retrocesso:
Enquanto parte da bancada pernambucana escolheu o caminho da omissão ou do conluio com interesses econômicos predatórios, Lucas Ramos, Maria Arraes e Túlio Gadêlha optaram por estar ao lado do Brasil real, aquele que sofre com a falta d’água, com os desastres ambientais e com a ausência de políticas públicas sustentáveis.
Dizer “não” ao PL da Devastação foi mais que uma decisão partidária. Foi um ato de consciência com as próximas gerações, um compromisso com a ciência, com os princípios constitucionais e com os acordos climáticos internacionais. Esses parlamentares entenderam que defender o licenciamento ambiental é defender a vida, a justiça social, a prevenção de tragédias e o respeito ao povo brasileiro.
A votação final do PL da Devastação (PL 2.159/2021), ocorrido na madrugada de 17 de julho de 2025, teve o seguinte resultado:
A favor: 267 deputados
Contra: 116 deputados i
A aprovação foi marcada por um cenário excepcional: sessão em formato híbrido, muitos parlamentares votando remotamente e um plenário praticamente vazio. A votação começou por volta da 1h53 da manhã e se estendeu até aproximadamente 3h40, madrugada do Dia Nacional das Florestas, um momento simbólico que reforça a crítica ao projeto.
Nossa equipe está à disposição dos senhores e senhoras deputadas e deputados que desejem manifestar a justificativa para seus votos ou ausência. Essa matéria tem como objetivo destacar os deputados federais mais votados em Gravatá e conscientizar a população, por meio da informação, sobre quem realmente merece seu voto, sem viés partidário, apenas com base nos fatos.
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