O secretário municipal de Cidadania e Cultura de Paz do Recife, Túlio Arruda, compartilhou recentemente em suas redes sociais participação ativa no curso “Urbanismo Social e Segurança Pública”, evidenciando sua busca por aprimoramento técnico e alinhamento com políticas inovadoras de integração territorial e prevenção da violência. Nos registros fotográficos, ele aparece ao lado dos palestrantes Antonio Carlos Pacheco Padilha, responsável pelo estudo de caso “RS Seguro” e com outras lideranças.
Esse movimento não é casual: Túlio figura entre os nomes mais cotados para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE), buscando representar com ainda mais força a sua região. Em publicações recentes, destaca-se a intenção de “fortalecer o diálogo entre urbanismo social e cultura de paz, pilares essenciais para um futuro mais seguro e solidário”.
O curso no qual o secretário participa é promovido pelo Insper e tem por objetivo articular gestores públicos, especialistas e operadores sociais para construir políticas que correlacionem urbanismo social e segurança pública.
Em uma das aulas, o estudo de caso “RS Seguro” foi apresentado como exemplo de sucesso, programa estadual do Rio Grande do Sul que integra planejamento urbano, políticas sociais e segurança para atuar em territórios vulneráveis.
O “RS Seguro” investe fortemente em intervenções urbanísticas e participativas em áreas com altos índices de criminalidade, alocando aproximadamente R$ 310 milhões, sendo R$ 220 milhões dedicados ao eixo de urbanismo social.
Entre suas ações, o programa promove concursos de arquitetura para rearranjo urbano, revitalização de espaços públicos, saneamento e inserção social, com participação comunitária direta.
Ao adotar esse repertório teórico e prático, Túlio Arruda sinaliza intenção política clara: incorporar uma visão estratégica de segurança que extrapola o uso da força policial, privilegiando a prevenção, a integração institucional e o protagonismo comunitário.
Secretário de João Campos, Túlio ocupa uma pasta que, por si só, conecta agendas urbanísticas, cultura, cidadania e políticas de paz.

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