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LEO DO ATRASO

Fiscalização ou retaliação política? A Câmara de Gravatá virou palco de manobras suspeitas, e o nome de Leo do Ar está no centro das articulações.

Ele já teria tramado contra os três últimos prefeitos, sem contar a intervenção, e agora o Padre Joselito é a bola da vez!

04/06/2025 08h15Atualizado há 1 ano
Por: Zé do Povo

Em Gravatá, a atuação fiscalizadora de parte da Câmara de Vereadores tem chamado atenção, não pelo compromisso com a transparência, mas pelo forte odor de interesses escusos que exala dos bastidores. A fiscalização, que deveria ser um ato legítimo e necessário à democracia, tem sido usada como instrumento de chantagem, pirraça e vingança política. É o que denunciam fontes ligadas à atual gestão do prefeito Joselito Gomes.

Embora o papel do vereador seja justamente o de fiscalizar o Executivo, o que se vê na prática é um grupo de parlamentares atuando mais como marionetes de interesses particulares do que como defensores do povo. Por trás desse teatro, figura um personagem já conhecido nos corredores da política gravataense: Leo do Ar, apelidado por opositores de Leo do Atraso. Ele joga a isca, e as piabas caem.

De acordo com relatos, Leo tem agido como verdadeiro articulador das crises que envolvem a base aliada do governo. Sua influência sobre alguns vereadores é tamanha que, segundo um próprio parlamentar, basta ele dar um sinal para que os aliados obedeçam prontamente, como se estivessem sob um cabresto invisível. “Nem a Inteligência Artificial responde tão rápido quanto certos vereadores ao comando de Leo”, dispara o vereador.

E não é de hoje que Leo atua nas sombras. Ele já teria tramado contra os quatro últimos prefeitos de Gravatá: Ozano Brito, Bruno Martiniano, Joaquim Neto e agora o atual, Padre Joselito Gomes, sem contar a intervenção estadual. Uma sequência de articulações que reforça o alerta: o problema não é a gestão, é o infiltrado. Está nas mãos de Joselito cortar o mal pela raiz, antes que seja tarde demais.

O prefeito Joselito, que enfrenta seus próprios desafios administrativos, iniciou um processo de "purificação" dentro da sua gestão, afastando figuras que, segundo a população, atrasavam o funcionamento da máquina pública. Já deixaram o governo nomes como Dr. Edson e companhia, Minheiro, Waldemar Borges, Ozano Brito, Ninha Professora, considerada por muitos a pior secretária de Educação da história do município, Ricardo Malta entre outros. Agora, ao que tudo indica, a vez é de Leo do Ar.

Mas como em todo processo de limpeza, a sujeira resiste. E a resposta dos atingidos tem sido barulhenta. Vereadores que antes estavam em sua maioria calados e beneficiados, agora se levantam como paladinos da moralidade. Fiscalizam com estranha e repentina dedicação, mesmo que estejam questionando práticas que eles mesmos já executaram ou permitiram no passado. Exemplo disso é a ex-secretária de Educação, que hoje denuncia sua sucessora pelo caos que ela própria ajudou a instalar.

Curiosamente, esses mesmos vereadores que se dizem preocupados com a gestão municipal não demonstram o mesmo rigor quando o assunto é a própria Câmara de Vereadores. Há denúncias e suspeitas envolvendo a estrutura da Casa Legislativa, de gastos duvidosos com itens básicos, a suspeitas de cargos fantasmas. Uma lista entregue à nossa equipe contém nome, CPF, RG, endereço e até árvore genealógica de possíveis beneficiários de esquemas obscuros. E o mais curioso: ninguém fala nada. Se não conseguem limpar a própria casa, como querem fiscalizar a dos outros?

Enquanto isso, o prefeito Joselito, pressionado por todos os lados, precisa agir com habilidade política para escapar das armadilhas. O alerta está dado: ou faz política com firmeza e rapidez, ou corre o risco de ver seu governo afundar em um mar de traições, chantagens e sabotagens travestidas de "fiscalização".

Fiscalização é essencial, sim, mas precisa ter propósito público, não motivo pessoal. Fiscalizar por pirraça, em nome de regalias perdidas ou ambições frustradas, é trair o mandato e o povo. A política de Gravatá exige mais clareza, mais coragem e menos encenação. Nós, e o povo, estamos atentos.

Certa vez perguntei a um analista político quem era o Leo do ar no cenário político em nossa cidade."Ele respondeu:"

"Uma figura solitária, competente em seu propósito. A cada passo que dá, a terra murcha sob seus pés. Nada sobrevive em seu caminho. Seu olhar não busca companhia, apenas manipular os desprovidos de inteligência ao alcance de sua intelectualidade."

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