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SURPRESA

Viviane Facundes surpreende ao vivo no programa de Jota Silva e fala sobre desafios, perseguições e protagonismo feminino.

Primeira-dama de Gravatá voltou aos microfones da Rádio Gravatá FM e rebateu críticas, destacando o papel da mulher e o trabalho à frente da Secretaria de Obras.

03/11/2025 12h59
Por: Zé do Povo
Foto/Internet
Foto/Internet

A manhã desta segunda-feira (3) foi marcada por uma presença que pegou muita gente de surpresa: a primeira-dama de Gravatá, Viviane Facundes, esteve no programa Jota Silva, na Gravatá FM, em uma entrevista que movimentou os bastidores da política local.

Logo na abertura, o apresentador Jota Silva fez questão de destacar o preparo de Viviane, dizendo que “ela está preparadíssima para ser candidata a deputada estadual e segue no caminho certo para disputar as eleições de 2026”.

Durante a conversa, Viviane demonstrou firmeza e tranquilidade ao falar sobre sua trajetória e o trabalho que vem realizando na Secretaria de Obras. A primeira-dama destacou o desafio de ocupar um espaço tradicionalmente masculino e afirmou que vem enfrentando perseguições políticas por estar à frente da pasta, sem citar nomes.

“Todos sabem o quanto eu venho sofrendo perseguição política por estar na Secretaria de Obras, um espaço totalmente masculino, onde nunca teve uma mulher. Mas eu estou dando resultado, tenho consciência disso”, afirmou.

Viviane também apresentou a revista que mostra as ações de sua gestão, destacando os avanços e o papel da mulher na administração pública.

“A revista veio para mostrar o nosso trabalho, o protagonismo feminino e a força da mulher. O lugar da mulher é onde ela quiser estar”, disse.

Em outro momento, ela reforçou que não é candidata no momento, mas deixou claro que trabalha com seriedade e responsabilidade, sempre “de olho no bem comum e no cuidado com o povo”.

Viviane, por sua vez, usou o espaço para destacar o trabalho que vem realizando à frente da Secretaria de Obras e para responder às críticas e perseguições políticas que, segundo ela, tem sofrido sem motivo justo:

“Todos sabem o quanto eu venho sofrendo perseguição política por estar na Secretaria de Obras, um espaço totalmente masculino, onde nunca teve uma mulher. Mas eu estou dando resultado, tenho consciência disso. Sei que muita coisa ainda precisa ser feita, mas a gente trabalha com responsabilidade, dentro das burocracias e dos limites do orçamento.”

Em outro trecho forte da entrevista, Viviane rebateu duramente os ataques que tem recebido de opositores:

“O que existe hoje são pessoas desequilibradas, que não têm conteúdo, não têm propriedade, não têm ética e nem moral para falar do que vem sendo feito em Gravatá. O que está sendo feito é um trabalho sério, com responsabilidade e transparência. Uma gestão que vem conquistando selos de ouro e diamante por cuidar do dinheiro público com seriedade.”

A secretária também aproveitou o momento para valorizar o papel das mulheres no serviço público e reforçar o protagonismo feminino em cargos de liderança:

“O lugar de mulher é onde ela quiser. A gente não precisa competir entre a gente, precisamos nos unir. Quando uma mulher se dedica com amor, entrega resultados e transforma realidades.”

Questionada por Jota Silva se a revista lançada teria tom de pré-campanha, Viviane foi direta:

“Eu não sou candidata, não sou filiada a partido, mas estou trabalhando. O momento agora é de mostrar serviço e continuar fazendo o bem”, completou.

Viviane também falou sobre o uso simbólico das botas, marca de sua rotina de trabalho:“A bota representa o trabalho, o pé no chão. E é um EPI necessário para quem está em campo todos os dias.”

O apresentador Jota Silva, por sua vez, ressaltou que o programa é democrático e que não tem lado político:

“Aqui eu debato fatos e o sentimento do povo. Eu posso criticar, posso elogiar, mas sempre com respeito. E digo: Viviane tem desenvoltura política que muitos políticos experientes não têm.”

Viviane agradeceU a oportunidade e reforçando a importância de uma comunicação responsável.

“Quando a gente leva informação, precisa ser com coerência e verdade. O povo acredita no que ouve, então é preciso ter responsabilidade com a palavra”, concluiu.

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