A nossa Pipoca Nordeste Gravatá, crocante, amanteigada e conhecida como a melhor pipoca do Brasil, parou no noticiário por um motivo nada saboroso. No Presídio de Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, uma mulher foi flagrada tentando levar materiais ilícitos escondidos dentro dos clássicos saquinhos da pipoca produzida em Gravatá.
A apreensão ocorreu durante a inspeção de alimentos realizada pelos policiais penais. Segundo a direção do presídio, um policial desconfiou do peso e do aspecto de alguns pacotes. O produto, conhecido por ser leve e estalado, parecia… denso demais.
Ao abrir as embalagens, a surpresa: 44 gramas de maconha, dois relógios smart e um celular, todos camuflados entre os grãos da pipoca. A mulher, ao ser questionada, alegou que “só queria entregar pipocas ao filho”, que cumpre pena na unidade. A versão, porém, não convenceu — especialmente diante dos itens escondidos entre o petisco.
O material foi encaminhado à Polícia Civil, que investiga se ela agiu sozinha ou fazia parte de um esquema de envio de objetos proibidos ao presídio. O caso foi registrado pela 193ª Delegacia de Salgueiro como tráfico de entorpecentes.
No fim, a Pipoca Nordeste Gravatá, orgulho do Agreste e símbolo das feiras, festas e tradições do Nordeste, crocante e saborosa ela sempre foi, mas recheada de ilícitos, nunca foi receita da casa.
Sensação
Vento
Umidade