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POLÍCIA

Governo de Pernambuco conclui nomeação e convoca mais 315 policiais penais aprovados no último concurso.

Pernambuco chega a 1.307 novos policiais penais nomeados desde 2023.

01/03/2026 10h23
Por: Zé do Povo

O Governo de Pernambuco reforçou o sistema prisional com a nomeação de todos os aprovados no último concurso público para a Polícia Penal. Na edição do Diário Oficial deste sábado (28), a governadora Raquel Lyra oficializou a convocação de mais 315 profissionais.

Com isso, o Estado passa a contar com 1.307 novos policiais penais, que vêm sendo nomeados gradualmente desde 2023.

Segundo a governadora, a medida faz parte de um planejamento voltado ao fortalecimento da segurança pública. “Estamos cumprindo o que foi planejado para reforçar o sistema prisional, garantindo melhores condições de trabalho aos profissionais, mais eficiência na gestão e contribuindo para a ressocialização das pessoas privadas de liberdade”, afirmou.

A convocação integra o programa Juntos pela Segurança, eixo central da política estadual de segurança pública. A iniciativa atua com ações coordenadas em áreas prioritárias, ampliando estratégias de prevenção e enfrentamento à violência.

De acordo com o secretário de Administração Penitenciária e Ressocialização, Paulo Paes, o reforço no efetivo permitirá dar continuidade à expansão das unidades prisionais e ao fortalecimento das ações de reinserção social.

Desde 2023, o Estado entregou 1.854 novas vagas no sistema prisional: 954 no Presídio Policial Penal Leonardo Lago e 900 na unidade 2 do Presídio de Itaquitinga.

Outras 5.754 vagas estão em construção, sendo 2.754 no Complexo de Araçoiaba e 3 mil nas unidades 3, 4 e 5 do Presídio de Itaquitinga. Em Caruaru, a Penitenciária Juiz Plácido de Souza também será ampliada, com previsão de 155 novas vagas.

Em 2025, a secretaria desativou 12 cadeias públicas que apresentavam condições precárias, transferindo os detentos para outras unidades. Entre elas está a Penitenciária Professor Barreto Campelo, que começou a ser demolida após cinco décadas de funcionamento.

A medida, segundo o governo, reduz custos operacionais e permite melhor redistribuição do efetivo da Polícia Penal no Estado.

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