O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) abriu um procedimento para investigar suspeitas de prática de “rachadinha” e possível enriquecimento ilícito no âmbito da Câmara Municipal de Caruaru, no Agreste do estado.
A existência da apuração foi confirmada em documento oficial publicado no Diário Oficial do MPPE nesta quinta-feira (05). A informação consta no Anexo II da Ata da 04ª Sessão Ordinária do Conselho Superior do Ministério Público de Pernambuco, realizada no dia 25 de fevereiro de 2026. De acordo com o registro, o caso tramita como Procedimento Preparatório nº 01871.000.271/2023, conduzido pela 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania de Caruaru.
Segundo o documento, o objetivo do procedimento é apurar uma suposta prática de rachadinha e enriquecimento ilícito dentro da Câmara Municipal de Caruaru. A relatoria do caso no Conselho Superior está sob responsabilidade do conselheiro Aguinaldo Fenelon de Barros.
Até o momento, porém, há poucos detalhes públicos sobre a investigação. O registro oficial apenas confirma a existência do procedimento e o objeto da apuração, sem divulgar nomes de possíveis investigados, fatos específicos ou o estágio atual das diligências.
O procedimento preparatório é considerado uma fase inicial de investigação conduzida pelo Ministério Público. Nessa etapa, são reunidos elementos e informações para verificar se existem indícios suficientes que justifiquem a abertura de um inquérito civil ou outras medidas legais.
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